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quinta-feira, 11 de julho de 2013

A revienga do Presidente

Não há maneira de dizer melhor, o nosso Presidente aplicou uma revienga no nosso Primeiro, aspirante a Vice-Primeiro e aspirante a aspirante a Primeiro, que os deixou com um nó nas pernas digno do mais proficiente dos marinheiros, de tal modo, que, depois disso, ninguém piou, tal foi o tamanho do anfíbio que tentava passar pelo esófago.

Quando os nossos dois Primeiros contavam com uma estratégia 1-2, ou, na pior das hipóteses, o já visto 1-1-Paulo Portas, ele vai e inventa uma coisa completamente nova que é a estratégia 1-3, deixando os jogadores e a Federação de queixo caído.

Na verdade, aquilo que se pretende é uma espécie de dream team do memorando da troika, mas eu, como boa treinadora de bancada, não posso ficar a ver sem opinar.

Na minha opinão, era aproveitar para usar as substituições e refrescar a equipa para a reta final, porque, pelos vistos, ainda temos pelo menos um ano de jogo.

Mas, como eu gosto de fazer os meus prognósticos no início do jogo, estou a ver isto a ir de uma de duas maneiras:

1 - O aspirante a aspirante a Primeiro manda-se para a piscina e grita agarrando-se ao pé, o árbitro tenta interromper o jogo, mas os responsáveis da FIFA estão de olho e ele não tem solução a não ser continuar com a equipa desfalcada, enquanto António (nome fictício) geme no chão durante os próximos 12 meses.

2 - O aspirante a aspirante a Primeiro faz descer o anfíbio com a ajuda de um pouco de pão e vinho, benze-se com a relva, dá uma palmada no traseiro dos colegas e diz «Vamos lá a isto!». Ainda sobrou um pouco de pão e vinho para ajudar a descer os outros dois anfíbios, de tamanho considerável, e a equipa ou faz um brilharete ou acaba toda expulsa por interagressão.

De qualquer modo, os portugueses continuam na retranca enquanto a sua seleção vai brincando com a bola.